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quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Mesa-redonda "O novo marco regulatório da mineração no Brasil: óbices e desafios"

A ABG tem a satisfação de convidar todos os colegas e a sociedade em geral para a mesa-redonda O novo marco regulatório da mineração no Brasil: óbices e desafios que discutirá os principais aspectos da nova regulamentação neste dia 24 de agosto, das 14h00 às 18h00.

O evento se realizará no auditório do Museu Geológico da Bahia, na Avenida Sete de Setembro nº 2195, Corredor da Vitória, Salvador.

Nosso objetivo é informar a população, em especial a comunidade mineradora, a respeito das novas regras do novo marco regulatório do setor, que ainda será enviado ao Congresso Nacional. Pela nova legislação, haverá o aumento da atuação governamental na área.

Aguardamos o comparecimento de todos nesse evento que é do interesse de toda população brasileira.
Mesa-redonda
O novo marco regulatório da mineração no Brasil: óbices e desafios
24 de agosto de 2012
14h00 às 18h00
Museu Geológico da Bahia
Avenida Sete de Setembro nº 2195
Corredor da Vitória, Salvador

Baixe aqui o cartaz da mesa-redonda em tamanho A3, formato pdf (Adobe Reader).

Palestrantes:
  • Carlos Nogueira da Costa Júnior
    Secretário adjunto do Ministério de Minas e Energia
  • Elmer Prata Salomão
    Associação Brasileira das Empresas de Pesquisa Mineral
Mediador:
  • Argemiro de Paula Garcia Filho
    Associação Baiana de Geólogos
    Febrageo - Federação Brasileira de Geólogos
Debatedores:
  • Adalberto F. Ribeiro
    (Consultor em Geologia)
  • Luís Maurício Azevedo
    (Sócio-fundador da FFA Legal & Suport for Mining Companies)
  • Deputado Federal Luiz Alberto
    (Comissão de Minas e Energia)
  • Marco Freire
    (FAEMI - Federação das Associações de Engenheiros de minas do Brasil)
  • Teobaldo Rodrigues Júnior
    (Superintendente regional da CPRM - Sureg-BA)
  • Representante do DNPM
    (a confirmar)
  • Representante do IBRAM
    (a confirmar)
Patrocínio:
Mineração Caraíba
Bemisa
Largo Resources
Ferbasa
ABPM
Atlântica Mining
FFA
Apoio:
ABEM
FAEMI
SBG

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Nova mineradora

Com investimento de 1,04 bilhão de reais, a B&A Mineração terá foco no Brasil, América Latina e África

O BTG Pactual confirmou na manhã desta quinta-feira, por meio de fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a associação de sua subsidiária BTG Investments com a AGN Agroindustrial, Projetos e Participações, controlada pelo empresário e ex-presidente da Vale, Roger Agnelli, para explorar minérios.

Para realizar a atividade em conjunto, foi criada uma nova empresa chamada  B&A Mineração, por meio da qual tratarão de oportunidades de investimento no setor de mineração, com foco no Brasil, América Latina e África.

De acordo com o comunicado, a associação envolve uma intenção de investimento no valor correspondente, em reais, a até 520 milhões de dólares, para custear seu plano de negócios, desenvolvimento e expansão orgânica e por aquisições.

Agnelli, que será o presidente de conselho da joint venture batizada de B&A Mineração, disse em entrevista à imprensa nesta quinta-feira que a sua empresa terá exclusividade com o BTG Pactual em projetos de mineração. Ou seja, todos os projetos de mineração da AGN serão tocados juntamente com o BTG. Agnelli disse que a B&A, empresa fruto da fusão entre as duas empresas, já identificou oportunidades de investimentos.

"As commodities estão em processo de calmaria, mas o ciclo é de longo prazo. Os olhos estão no longo prazo. É um período para aproveitar as oportunidades", disse. Os investimentos estarão mais concentrados no Brasil e África. Segundo Carlos Fonseca, do BTG, a empresa já nasce com projetos acontecendo. Já o CEO, Eduardo Ledsham, disse que a nova companhia está aberta a "qualquer modelo de negócios".

A associação permite ao BTG Pactual entrar no setor de mineração após ter se envolvido nos últimos três anos em projetos que em sua maioria eram relacionados ao crescente setor de bens de consumo do Brasil. A unidade de participações do BTG Pactual vai representar os interesses do banco na B&A.

"Acreditamos no enorme potencial de riqueza de recursos naturais que a América Latina tem", declarou Agnelli no comunicado conjunto. "Vamos tentar desenvolver atividades inovadoras e ambientalmente sustentáveis", acrescentou.

De acordo com Ledsham, a empresa também está interessada em operar em projetos de titânio. O executivo destacou que há janelas de oportunidades e no momento a B&A está "escaneando" negócios. Em um primeiro momento, a nova empresa vai buscar projetos de pequeno e médio porte. "Estamos abertos para conversar sobre parcerias", disse.

A expectativa é de que os primeiros projetos da B&A entrem em operação no prazo de três a cinco anos. Segundo Ledsham, os olhares da nova empresa estão voltados para ativos disponíveis na África, onde há disponibilidades de ativos com custos melhores. Na região, o executivo destacou que os desafios envolvem logística, deficitária no local. "Parcerias em mineração e logística são fundamentais", disse Ledsham. Segundo Agnelli, a "África não é futuro, é presente".

A B&A já possui parceria firmada com a empresa Rio Verde, que atua na área de fertilizantes no Brasil e a fabricante de cobre chilena Cuprum, que deverá operar a partir de 2014. Apesar de grande parte do aporte inicial da companhia ser do BTG, o controle da empresa será 50% do BTG e 50% da AGN.

Carlos Fonseca, sócio do BTG Pactual destacou que este momento de crise é interessante para buscar investimentos. "O capital para investimento está relativamente restrito", disse ele, destacando que a B&A Mineração nasce com o objetivo de investir 1,04 bilhão de reais.

O banco com sede em São Paulo assessorou mineradoras durante anos em operações de compra e mercados de capital no Brasil e no exterior.

| Veja e Reuters | 12/7/2012 |
http://veja.abril.com.br/noticia/economia/btg-se-associa-com-roger-agnelli-para-criar-a-b-a-mineracao
http://br.reuters.com/article/topNews/idBRSPE86B04G20120712

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Mulheres ganham espaço na mineração

Mão de obra feminina na Vale cresce 28% em 2011; elas são 12,3% dos funcionários da maior mineradora do país. Com avanço da tecnologia, estigma do setor como trabalho somente para homens vai ficando para trás

| Pedro Soares | Rio, 8/7/2012  | Folha de S.Paulo |

Quando ingressou no curso de engenharia de minas, na Universidade Federal da Paraíba, Lúcia Oliveira, 36, tinha duas colegas de turma, mas foi a única mulher a receber o diploma.

Da Paraíba, mudou-se para o Pará e, há dez anos, empregou-se num projeto de cobre da Vale, onde hoje é gerente de planejamento de mina, com uma equipe de 53 pessoas - 90% homens.

De lá para cá, ela conta que a realidade mudou muito: o estigma da mineração como um trabalho exclusivamente masculino começa a cair por terra e mais e mais mulheres buscam um emprego no setor. "Tinha até o mito que mulher dava azar em mina. Isso já não existe mais."

Em 2011, a força de trabalho feminina da Vale cresceu 28%, acima da expansão total do número de empregados (7,4%). Apesar de ganharem espaço nos quadros da empresa, elas ainda representem só 12,3% do total -em 2009, eram 10%.

O crescimento ocorreu em todas as categorias profissionais, inclusive em cargos de gerência e mesmo nos de operação. Um exemplo é da operadora de motoniveladora (equipamento pesado que nivela o solo) Leidiane Fernandez, 30.

"Sempre gostei de dirigir caminhões. Comecei com caminhão-caçamba e fiz treinamento para outras máquinas. Mas confesso que fui atraída também pelos melhores salários e pela estabilidade no emprego", afirma ela, cuja meta é dirigir os imensos caminhões-fora-de-estrada, usados para movimentar volumes gigantescos de terra em minas a céu aberto.

Para o consultor José Mendo, o avanço tecnológico e a automação dos equipamentos abriram espaço para as mulheres na mineração. "Os sistemas são hidráulicos ou computadorizados. Antes, só um homem forte conseguia manobrar um caminhão."
Mendo diz que o fato de os salários na mineração serem mais altos do que em outras ocupações típicas de mulheres (como as de comércio e serviços) também atrai o público feminino.

Até agora, diz a Vale, o crescimento da presença feminina na companhia foi espontâneo. Mas a mineradora começa a trabalhar num programa para qualificar e ampliar a mão de obra feminina.

PRESIDÊNCIA GLOBAL

A Anglo American já faz isso e contabiliza 37% de mulheres entre seus empregados na área de minério de ferro no país. No mundo, elas são 14% da força de trabalho da companhia -a mais "célebre" é a presidente global, Cynthia Carroll.

Em 2013, quando o projeto Minas-Rio (mina, mineroduto e terminal portuário no porto do Açu, norte fluminense) entrar em operação, a companhia pretende contratar mais 300 mulheres, das 1.200 vagas previstas.

"O objetivo é mapear, atrair e manter a mão de obra feminina. Preferimos mulheres para cargos como o de operador de usina de beneficiamento e soldador. Elas têm mais habilidades manuais e uma atenção mais concentrada do que a dos homens", afirma a gerente de RH do projeto, Claudiana Silva.

Leidiane Fernandes, operadora de motoniveladora
na mina de Tamanduã, explorada pela Vale em Nova Lima (MG)
FRASES

"Tinha até o mito que mulher dava azar em mina. Isso já não existe mais"
Lúcia Oliveira, 36, gerente de planejamento de mina
"Sempre gostei de caminhões. Fui atraída também pelos melhores salários e pela estabilidade no emprego"
Leidiane Fernandez, 30, operadora de motoniveladora


http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1116928-mulheres-ganham-espaco-na-mineracao.shtml

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Mineração vai gerar mais de 4 mil empregos na Bahia

| Donaldson Gomes |A TARDE | Salvador, 01/05/2012 |

Nos próximos cinco anos, a indústria da mineração vai investir R$ 141 bilhões no Brasil. Com projetos em andamento para a produção de minério de ferro, cromita, vanádio, cobre e ouro, a Bahia será o destino de R$ 12,7 bilhões, de acordo com dados do Instituto Brasileiro da Mineração (Ibram), o que dá ao Estado uma participação de 9% no volume total previsto. Os investimentos devem gerar mais de 4,3 mil novos empregos durante as fases de operação das minas que devem entrar em atividade no Estado.

A atividade emprega mais de 165 mil trabalhadores nas minas espalhadas pelo Brasil. De acordo com um cálculo da Secretaria Nacional de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do Ministério das Minas e Energia (MME), cada emprego gera outros 13 diretos em diversas etapas da cadeia de transformação, como na operação logística e na indústria de transformação. O potencial da indústria brasileira de mineração e os entraves da atividade serão temas tratados no 2º Congresso Internacional de Direito Minerário, que será aberto nesta quarta, às 16h, no Hotel Pestana.

O desempenho baiano na atividade pode ser atribuído ao longo e continuado investimento na pesquisa geológica do subsolo, somada à decisão de oferecer à iniciativa privada áreas com potencial que o poder público não teria condições de aprofundar a pesquisa. De acordo com dados da Secretaria da Indústria, Comércio e Mineração (Sicm), a Bahia tem atualmente 15 mil áreas sendo pesquisadas. Destas, 1,2 mil estão diretamente com a Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM), empresa pública estadual.

“Nós tomamos a decisão de aproveitar o interesse da iniciativa privada na pesquisa porque se contássemos exclusivamente com os recursos públicos não teríamos como chegar a esse volume de pesquisas em andamento, que é a base para o desempenho que temos alcançado nos últimos anos”, explica o secretário James Correia. Ele diz que o efeito prático do elevado volume de pesquisas são as descobertas de novas minas, que tem se tornando constantes.

Segundo Correia, recentemente houve uma grande descoberta de potássio, matéria-prima para a produção de fertilizantes, na região do Recôncavo. “Não temos como dar mais detalhes, mas é uma descoberta grande”, diz. Outra descoberta pode ser anunciada hoje ao governador Jaques Wagner pelo empresário Olacir B. Moraes, da Itaoeste, que recentemente informou a descoberta de tálio na região de Barreiras.

"Ele quer informar o governador primeiro. O que nós já sabemos é que se trata de um mineral supernobre", adianta o secretário James Correia.

Mineração vai gerar mais de 4 mil empregos na Bahia
http://atarde.uol.com.br/economia/noticia.jsf?id=5833159&t=Mineracao+vai+gerar+mais+de+4+mil+empregos+na+Bahia

sexta-feira, 23 de março de 2012

Itaoeste negocia parceria em minério tálio

Vanessa Dezem e Ivo Ribeiro | Valor Econômico | 01/03/2012 |

(Fonte: clipping da Itaoeste)


O empresário Olacyr de Moraes, às vésperas de completar 81 anos, aposta na mineração como uma nova frente de negócios. Ele está em negociações com três grupos estrangeiros para formar uma parceria de exploração e produção de tálio, um mineral raro na natureza, até agora só extraído como "impureza" de outros metais, principalmente do zinco. Por meio de sua empresa de pesquisa e desenvolvimento mineral, a Itaoeste, criada em 2002, o ex-rei da soja do país espera ainda este ano ter a licença para começar a extrair o metal.

"Estamos confiantes. O tálio é nosso projeto em melhor nível de maturação", afirmou Moraes, em entrevista ao Valor. Descoberta no ano passado, a reserva de tálio em Barreiras, na Bahia, é superior a 60 toneladas em apenas em uma área (704 hectares), que corresponde a apenas 2% de um total de 44 mil hectares pesquisados pela Itaoeste. Hoje, segundo o Instituto Geológico dos Estados Unidos (USGS), o consumo global de tálio está no patamar dos 10 toneladas por ano.

Cotado na faixa de US$ 6 o grama, o tálio é um mineral de alto valor agregado, utilizado em indústrias que adotam tecnologias de ponta. Ele é aplicado como contraste em exames cardiovasculares, em ligas metálicas supercondutoras, além de ser utilizado como material termoelétrico, que gera corrente elétrica pela diferença de temperatura (com uso em motores de veículos, geladeiras e até chips), além de leds, lente, células fotoelétricas e vidros.

Os únicos grandes produtores do metal são China e Cazaquistão. Em 2009, no entanto, a China eliminou benefícios fiscais para exportação e passou a importar, em um movimento para atender a demanda interna. O Cazaquistão está hoje, portanto, na liderança da produção do metal. "A demanda por tálio está reprimida e vai acompanhar o aumento da oferta do metal", disse o diretor de operações da Itaoeste, Carlos Cerri.

Na Bahia, o mineral foi encontrado em uma mina a céu aberto, associado a manganês e cobalto. Nas demais reservas do mundo, no entanto, aparece associado a zinco, chumbo e cobre, geralmente em minas subterrâneas, de alto custo de exploração. "No Brasil, o tálio é aflorante", disse Cerri. Segundo ele, já foi observado o mesmo potencial em toda a área requerida. O tálio será extraído junto com 300 mil toneladas de manganês, próprio para a produção de sulfato (uso na agricultura) e eletrolítico (para ligas especiais).

A Itaoeste admite que tem fôlego para implantar um projeto de produção, que pode ser um primeiro módulo, de 6 a 10 toneladas de tálio mais 30 mil toneladas de manganês ao ano. Para essa fase, teria investimentos de US$ 50 milhões. Com a venda dessa produção, poderia obter faturamento inicial na faixa de US$ 70 milhões a US$ 100 milhões por ano.

A ideia, informou Moraes, é começar a exportar o concentrado (material não refinado) para países como Coreia do Sul, Japão, China e para Europa, até que se tenha a tecnologia de refino. "Vejo a chance de fazer na área de mineração um 'replay' do que fiz no negócio da soja. Fui pioneiro, mas paguei um alto preço", comentou. Se tudo correr como espera, estima que a exploração apenas de desse metal raro poderá gerar US$ 1 bilhão de faturamento.

"Um parceiro aceleraria o processo e seria o ideal, para trazer a experiência do mercado", explicou Moraes. Segundo ele, a companhia domina o processo de extração e separação e aguarda a licença para a lavra do metal, que deve sair antes de um ano. "Quando ganharmos o poder de lavra, começamos a faturar. Até o fim de 2013, vamos começar a beneficiar o metal".

A Itaoeste investe R$ 1,5 milhão por mês em pesquisa e exploração, com recursos, segundo ele, próprios, grande parte provenientes de seus antigos negócios. A empresa tem 200 mil hectares nos Estados de São Paulo, Piauí e Bahia, em jazidas de ferro, cobre, titânio, fosfato, calcário para cimento, granito preto e mármore.

http://www.olacyrmoraes.com.br/clipping-olacyr-de-moraes.php?id=5

terça-feira, 13 de março de 2012

Cabral Mineração investe na Bahia

| Alagoinhas Notícias | Economia | 12/3/2012 |

O governo da Bahia e a empresa Cabral Mineração assinaram, nesta segunda-feira (12), Protocolo de Intenções para a exploração de minério de ferro na região de Brumado, com investimentos estimados no valor de US$ 2,2 bilhões. O projeto inclui a construção de uma unidade no município de Livramento de Nossa Senhora para fabricar concentrado de ferro com capacidade de produção de 15 milhões de t/ano. O mercado chinês será o principal consumidor do produto fabricado no Brasil, utilizado em empresas siderúrgicas para a produção de aço.

A Cabral Mineração é uma subsidiária da empresa australiana Cabral Resources e esse é o primeiro investimento da multinacional fora do seu país de origem. Segundo Bruno Ribeiro, diretor da empresa no Brasil, a escolha do País foi uma combinação de vários fatores. “Levamos em consideração a geologia, o interesse do governo brasileiro, que apoia os investimentos em mineração, e o risco soberano baixo. O Brasil é um país forte e aqui sabemos que nosso negócio está seguro”, afirma Ribeiro.

A unidade, que deve gerar aproximadamente 850 empregos diretos, deve começar a produzir até o final de 2015. A mineradora está prestes a iniciar a fase de sondagens, quando a empresa dimensiona com maior precisão a reserva de minério existente. “Cada protocolo assinado é uma nova aposta na promoção de empregos e no desenvolvimento de uma tecnologia moderna que intensifique o desenvolvimento do Estado”, afirmou o secretário da Indústria, Comércio e Mineração, James Correia.

Quinto produtor brasileiro de bens minerais, a Bahia figura como o principal alvo de requerimentos de pesquisa no País. O Estado possui mais de 350 mineradoras, que geram um volume de quase 13 mil postos de trabalho, dos quais 11,4 mil estão no interior, especialmente na região do semiárido, onde a oferta de emprego é mais escassa.

Outros investimentos

Em Caetité, município no sudoeste do Estado, a Bahia Mineração (Bamin) descobriu uma mina com potencial produtivo de 398 milhões de toneladas de minério de ferro. A empresa é responsável pelo maior investimento individual no Estado: US$ 2,5 bilhões nos próximos três anos. A empresa estima que a produção inicial do projeto, chamado Pedra de Ferro, será de 20 milhões de toneladas de minério de ferro por ano, com início das operações a partir de 2014.

A Mirabela Mineração do Brasil, que explora níquel em Itagibá desde 2009, conta com 950 funcionários. A mina Santa Rita, onde a empresa opera, é a segunda maior de níquel a céu aberto no mundo e tem reservas de 159 milhões de toneladas. Esse volume deverá manter a empresa no local pelos próximos 23 anos. Antes da descoberta do níquel na região, a pecuária e o cacau eram as principais atividades econômicas de Itagibá e o município passava por situação financeira difícil. A chegada da mineradora aqueceu a economia local, gerando empregos diretos e indiretos.

Cabral Mineração vai investir US$ 2,2 bi em exploração de minério de ferro na BA
http://www.alagoinhasnoticias.com.br/economia-2/cabral-mineracao-vai-investir-us-22-bi-em-exploracao-de-minerio-de-ferro-na-ba/

sexta-feira, 2 de março de 2012

São Paulo: Frente em Defesa da Mineração

Frente em Defesa da Mineração promoveu reunião na Assembleia Legislativa de São Paulo

| 02/03/2012 |

Nesta quinta-feira (1º de março), reuniu-se na Assembleia Legislativa de São Paulo, a Frente Parlamentar em Defesa da Mineração. Além deles, fizeram parte da mesa que dirigiu os trabalhos os deputados João Caramez, Aldo Demarchi, Ulysses Tassinari e Samuel Moreira.

Houve uma ampla participação de setores envolvidos com a mineração, em especial dos sindicatos das empresas de extração de areia, de insumos para construção civil, da Associação Paulista das Cerâmicas de Revestimento (Aspacer) e representantes do DNPM – Departamento Nacional de Produção Mineral, do IPT, da Secretaria de Energia e da Secretaria do Meio Ambiente.

Ao abrir os trabalhos, o deputado Caramez fez menção a uma das principais conquistas do setor e que se tornou realidade há pouco tempo: a criação da Subsecretaria de Mineração, por meio do Decreto nº 57.394, de 03 de outubro de 2011.

O Subsecretário de Mineração, José Fernando Bruno, lembrou que a mineração é responsável por uma fatia muito importante do PIB estadual, desde a comercialização de água mineral até a extração e refinamento do petróleo.

As discussões tiveram como foco a necessidade de melhor normatização com relação ao licenciamento e a renovação da licença ambiental. Foi levantado o problema de que cada vez que as empresas precisam solicitar o licenciamento ou renová-lo há uma diretriz diferente, o que prejudica seu funcionamento regular. O Subscretário se comprometeu a estabelecer uma interface entre seu órgão e a Secretaria do Meio Ambiente.

O prefeito de Santa Gertrudes, por telefone, comunicou que obtivera em Brasília a notícia de que havia sido liberada pelo Presidente do DNPM a instalação de uma representação do órgão na sua cidade, atendendo a uma reivindicação dos ceramistas da região.

Frente em Defesa da Mineração promoveu reunião na Assembleia
| Canal Rio Claro | 02/03/2012 |

http://www.canalrioclaro.com.br/?pg=noticia&id=7680